Uma poesia densa me encobre a alma.
Recobro em taquigramas
O monograma da minha calma.
Tenho fermento nas mãos,
A planta que toco,
Amanhece, cresce, floresce!…
Tanto investimento!
Mas resiste o que é pequeno,
O seu lado de dentro…
Um sopro de liberdade
Evade da flauta de Deus.
Desprende-se
Do ramo
Da árvore
Uma
Folha…
A que deve cair
Aqui e agora!
É solene a queda de uma folha!…
É um recado em verde, marron, amarelo ou dourado;
Aprendido, repetido, reciclado.
Pratico a beleza dos pensamentos e dos sentimentos,
E isso me desenvenena…
Recobro em taquigramas
O monograma da minha calma.
Tenho fermento nas mãos,
A planta que toco,
Amanhece, cresce, floresce!…
Tanto investimento!
Mas resiste o que é pequeno,
O seu lado de dentro…
Um sopro de liberdade
Evade da flauta de Deus.
Desprende-se
Do ramo
Da árvore
Uma
Folha…
A que deve cair
Aqui e agora!
É solene a queda de uma folha!…
É um recado em verde, marron, amarelo ou dourado;
Aprendido, repetido, reciclado.
Pratico a beleza dos pensamentos e dos sentimentos,
E isso me desenvenena…
Belo Horizonte, 1992
Euna Britto de Oliveira
