Teus ciúmes são tapumes
Que incitam o desmaio de mim.
Uns sentimentos amarelos
A que precisamos pôr fim.
Que incitam o desmaio de mim.
Uns sentimentos amarelos
A que precisamos pôr fim.
Onde o lírio achou sossego pra nascer,
Aí é que eu quero viver.
Quem é o poeta do meu povo?
Eu sou o povo do meu poeta.
Por favor,
Silêncio!
Preciso ouvir
E sentir,
Em vez de ciúmes,
Saudades…
Consentir que haja
Verdades.
BH – Escrito em 1983
Transcrito em 8 de julho de 2006
Euna Britto de Oliveira
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