Um novo dia, de novo!
Quantos o queriam,
Quantos o desejaram,
Quantos contavam certo com ele,
E não o tiveram!…
Um dia novinho em folha!
Com sol de maio e frio
E o desmaio das flores que enfeitaram o ontem!…
Nos vasos, as flores!…
No corpo, os vasos sanguíneos, as veias…
E as velhas e novas contrações dos corações
Com suas contrariedades e seus contrários,
Suas contradições…
Na sauna da própria casa, da casa própria em Cotia,
Sozinho e Deus,
Será que o nosso alegre cantor entiu dor?
Passou o maior aperto, grande agonia…
Ou Deus o anestesiou com seu Amor?
Quantos o queriam,
Quantos o desejaram,
Quantos contavam certo com ele,
E não o tiveram!…
Um dia novinho em folha!
Com sol de maio e frio
E o desmaio das flores que enfeitaram o ontem!…
Nos vasos, as flores!…
No corpo, os vasos sanguíneos, as veias…
E as velhas e novas contrações dos corações
Com suas contrariedades e seus contrários,
Suas contradições…
Na sauna da própria casa, da casa própria em Cotia,
Sozinho e Deus,
Será que o nosso alegre cantor entiu dor?
Passou o maior aperto, grande agonia…
Ou Deus o anestesiou com seu Amor?
Um vaso novo,
De novo!
BH, 12/05/2014
Euna Britto de Oliveira
