Ironia do destino…
O meu pão já aparece comprado!
O meu não desaparece enlutado.
Nos conventos, ensina-se o silêncio.
Se for para escrever um soneto, eu não sei.
Rasga o ventre da terra a enxada fria
E arranca a frase que alivia!…
Do ventre-livro do Universo, nasce um verso livre…
O meu pão já aparece comprado!
O meu não desaparece enlutado.
Nos conventos, ensina-se o silêncio.
Se for para escrever um soneto, eu não sei.
Rasga o ventre da terra a enxada fria
E arranca a frase que alivia!…
Do ventre-livro do Universo, nasce um verso livre…
Belo Horizonte, 28/03/2014
Euna Britto de Oliveira
