Ao longo dos dias, ao longo dos anos,
Sutilmente,
Poeiras calmas estacionam na alma.
Tiram-lhe o brilho, a luz!
O espanador da prece consegue desalojá-las…
Pairam no ambiente…
Do jeito que chegaram, vão-se…
E caem no vão do lixo eterno!
Chegam novas poeiras…
Se o ventilador da prece estiver ligado,
Não se acomodam sobre a alma.
Desviam-se…
Ou caem direto no chão.
Futuras luzes hão de chegar
Para iluminar mais e mais as almas limpas
Que se desdobraram para se purificar.
A oração é uma dádiva
Que podemos usar, ou não.
Sujando e limpando,
Todo dia, toda hora,
Tanto a casa quanto a alma!…
Sutilmente,
Poeiras calmas estacionam na alma.
Tiram-lhe o brilho, a luz!
O espanador da prece consegue desalojá-las…
Pairam no ambiente…
Do jeito que chegaram, vão-se…
E caem no vão do lixo eterno!
Chegam novas poeiras…
Se o ventilador da prece estiver ligado,
Não se acomodam sobre a alma.
Desviam-se…
Ou caem direto no chão.
Futuras luzes hão de chegar
Para iluminar mais e mais as almas limpas
Que se desdobraram para se purificar.
A oração é uma dádiva
Que podemos usar, ou não.
Sujando e limpando,
Todo dia, toda hora,
Tanto a casa quanto a alma!…
Euna Britto de Oliveira
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