Quando solteira, eu assinava Torres Britto. Era costume, não sei se ainda é, tirar o sobrenome da mãe e acrescentar o do marido. Foi assim que eu ganhei Oliveira e perdi o meu Torres.
ada é por acaso. Ela, também francesa, há de lembrar do dia frio em que ele me levou para conhecer sua cidade Natal, e o receba no céu, com honras reservadas aos eleitos do Senhor!
Brinco um pouco comigo mesma Primeiro de esconder Depois de tongue-tonguê Atualizo memórias A primeira ave que surge é o zabelê Dei um passeio no jardim Acariciei a rosa molhada de orvalho da noite Tudo em mim responde presente! O pássaro que visitava minha casa parou Se há trevas clareio-as…