A serva anseia
Enquanto sua sorte passeia…
Para cada pergunta, há uma resposta,
Mas nem sempre há acesso a essa resposta…
Processa-se a vida plena!
Em cena, o carro de boi,
Os bois,
O conjunto de carro e bois
De uma série de quadros sobre esse tema
Que vi numa exposição no aeroporto,
O parto que traz a vida
E, dentro da vida, implícita, a morte.
Quem nascer, mais cedo ou mais tarde, terá que morrer!
Quem morrer vai ter que viver!
A morte é uma chicotada na vida!…
Espanca!…
Bota a vida pra fora…
E depois põe banca.
Enquanto sua sorte passeia…
Para cada pergunta, há uma resposta,
Mas nem sempre há acesso a essa resposta…
Processa-se a vida plena!
Em cena, o carro de boi,
Os bois,
O conjunto de carro e bois
De uma série de quadros sobre esse tema
Que vi numa exposição no aeroporto,
O parto que traz a vida
E, dentro da vida, implícita, a morte.
Quem nascer, mais cedo ou mais tarde, terá que morrer!
Quem morrer vai ter que viver!
A morte é uma chicotada na vida!…
Espanca!…
Bota a vida pra fora…
E depois põe banca.
Tristezas longas
Como vestes longas
Vestem de roxo, preto, cinza
Os mais tristes…
As melhores vestes são as brancas,
Presentes – todas as cores!!!…
As possibilidades de Deus são infinitas
E incluem incontáveis atipicidades…
Insondáveis são seus desígnios…
Resistências criam-se à custa de muitos calos,
De muitas experiências…
Respaldos se criam através de merecimentos
E do muito socorro de muitos!…
As portas do céu são estreitíssimas,
Sem atrativo algum,
Mas lá dentro é o paraíso!…
Do lado de fora, pelejamos
Para ganhar a vida presente a a futura.
A luta de cada criatura é dura!
A morte tem olhos baços.
Os olhos da vida brilham!
O peso dos meus pecados adia o encontro
Com o que me está destinado!…
Sofro demoras e esperas…
Humana ansiedade…
Euna Britto de Oliveira
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