Não sei
Não sei nada
Não sei de nada
Só sei que chegou o dia de vencer cada nada que se passou por tudo,
De resgatar cada tudo que se passou por nada!…
Armada de coragem e verdade,
Reverdeço a esperança que já estava pálida, esquálida,
À beira de um desmaio, esmorecida,
Quase perdida…
Sustentada apenas por lembrança boa,
Fantasiada, não sei se de sempre-viva ou leoa!…
Protejo a minha face, ou ofereço o outro lado?
Pagar o mal com o bem, isto eu faço,
Principalmente se a esse alguém eu quero bem!
Dou informações demais!!!…
Aquele que disse: — “Levanta e anda!”— já me mandou levantar!
Quase levanto…
Obedeço!
Com sua ajuda,
Ando!…
Euna Britto de Oliveira
