Na varanda dos séculos, espreito…
O mundo é estreito para tanta pretensão!
Há outro jeito de viver
a não ser à beira do poema?
O texto ainda sem trabalhar,
o cesto sem se molhar,
o sexto som de além-mar…
O mundo é estreito para tanta pretensão!
Há outro jeito de viver
a não ser à beira do poema?
O texto ainda sem trabalhar,
o cesto sem se molhar,
o sexto som de além-mar…
Mar anjo do meu coração,
marmanjo da seleção…
Os perdidos no mar sentem-se muito mal.
Os que se perdem de amor credenciam um vendaval…
Esse canto encantador… será a sereia?
Em que areia de ponteaguda pedra
ancoraram a embarcação?
A nave está apenas perdida…
Como quem se perde num canavial
e só vê verde!!!…
Agradecimento pela foto à iluminada Melba – Uma estudante do Equador.
Euna Britto de Oliveira
