Minha poesia… é o amor que sobe do meu coração,
Bate no teto da minha alma
E volta,
Em forma de gotículas…
É como as gotas que se formam na tampa da panela que cozinha o arroz,
E eu só olho,
Não faço nada com elas…
Bate no teto da minha alma
E volta,
Em forma de gotículas…
É como as gotas que se formam na tampa da panela que cozinha o arroz,
E eu só olho,
Não faço nada com elas…
Já as gotas da minha poesia,
Recolho-as, resfriadas,
Como bebida destilada,
Destinada a quem não sei…
Quem quiser, pode beber,
Que tem mais!…
O que vem de Deus, nunca acaba…
Para a minha querida neta Lívia (9 anos,
em homenagem à sensibilidade de sua bonita alma!
BH, 18/03/2012
Euna Britto de Oliveira
