A veia aberta parou de sangrar
porque eu quis.
Tantas letras escorriam dela
que fiquei amarela…
porque eu quis.
Tantas letras escorriam dela
que fiquei amarela…
Não vou dizer que foi fácil
estancar a poesia!
Antes, tive de curar a agonia.
Quando eu era ainda minúscula metade de mim,
sabia para que lado correr…
Agora é que não sei?
Sei!
Corro para Deus,
de quem sou partícula eterna,
meu Sol,
não simples lanterna!
A mão de Leonina protege a neta, Euna…
Euna Britto de Oliveira- 13/05/1985c
