SELVA!…

SELVA!…

Mata intrincada
Galhos enlaçados por cipós
Entrei nela e estou só
Tento avançar mas não posso
Possivelmente isto não é reai
É um pesadelo
Que me faz muito mal.
Situações embaraçosas
Deixam a alma a ver navios…
Navios que partem vazios
E poderiam levar todos
Que aspiram por portos seguros!…
Os dias duros passam…
Os dias macios, também!
Quem corteja
Nem sempre quer bem…
Deus é Amor!
Hoje eu vou viver de
Amor ao Amor
E de Amém!
Salvo-me!

Euna Britto de Oliveira
BH, 26/04/2024